sábado, 29 de agosto de 2015

MERCADO E A POESIA




"Os   Poetas   Estão  Vivos"

                       Este foi o título do livro lançado, na cidade de Jequié - Bahia/BR, em 28/08/2015, às 20:00h. O lançamento foi feito dentro da programação que é realizado, mensalmente,  naquela cidade, projeto: Estação da Poesia, no Broncos Restaurante.

                                 Naquela  oportunidade,  o grupo iguaiense Poesia & Cia,  e o O grupo teatral, formado por alunos do Colégio Estadual Duque de Caxias de Iguaí e dirigido por Cacau Novaes, se apresentaram-seno evento.

Foto do Lançamento
Um pouco da vida do Cacau Novaes:

O escritor, ASSUNÇÃO NOVAIS,José Carlos (Cacau Novaes) é natural de Iguaí-BA, Mestre em Letras, especialista em Língua Portuguesa,  com Ênfase em Produção Textual, licenciado em Letras Vernáculas;MBA em Jornalismo Empresarial e Assessoria de Imprensa Autor do romance Marádida – Uma luz no final do túnel, pelo Selo Letras da Bahia (Funceb/Secult-BA) e Os Poetas Estão Vivos (poesia -Mondrongo Editora), participou também de várias antologias: Poetas Brasileiros de Hoje 1986, Shogum Arte, Rio de Janeiro-RJ (poesia)

Antologia V Festival de Inverno da Bahia, COREC, Vitória da Conquista-BA (poesia); Antologia e Memória do VII FIB, COREC, Vitória da Conquista-BA (poesia); Obras Poéticas, Concurso Regional de Poesia, Ipiaú-BA (poesia); XIII Antologia de Poetas e Escritores do Brasil, Volume XXXIV, Grupo Brasília de Comunicação, Brasília-DF (conto);

 Antologia e Memória de IX FIB, COREC, Vitória da Conquista-BA (poesia); Romaria e/ou passagem para um novo tempo, EDC/Fundação Luiz Ademir/UNI-American. Seu poema Os poetas estão vivos foi publicado na Revista de Arte Crítica e Literatura Iararana, nº 06, novembro a dezembro 2001, Salvador-BA.

Recebeu as seguintes premiações:

lugar no Festival Regional de Poesia, Ipiaú-BA (1995), com o poema Os poetas estão vivos;

lugar no Festival Regional de Poesia, Ipiaú-BA (1996), com o poema O vento que destrói por onde passa;

  lugar no X Festival de Inverno da Bahia, Vitória da Conquista-BA (1999), com o poema A tarde que se foi; ficou entre os três primeiros colocados no I Concurso Castro Alves de Poesia Falada, promovido pela Câmara de Vereadores de Salvador (março, 2001), com o poema Os poetas estão vivos;

 1º lugar no III Concurso Castro Alves de Poesia Falada, promovido pela Câmara de Vereadores de Salvador (setembro, 2005) com o Poema A tarde que se foi; 2º lugar no Prêmio Romaria 2007, Salvador-BA, com o poema Sonhos.

Participou da Bienal do Livro da Bahia, no stand da Fundação Biblioteca Nacional (2005) e no Espaço Porto da Poesia (2005 e 2013). Em 2006 participou dos projetos Sarau do Gregório, Como o céu é do condor, Viva a poesia viva e Estação Poesia (Biblioteca Betty Coelho/Fundação Gregório de Mattos) e Poesia na Boca da Noite, organizado por José Inácio Vieira de Melo.

Criou e dirigiu, em 1998, o Grupo Teatral Poesia & Cia., formado por jovens e adolescentes de Iguaí-BA, que, através do teatro, levou a poesia dramatizada, divulgando e incentivando a formação de leitores deste gênero literário em todo o estado da Bahia, com o qual apresentou os espetáculos Do Brega ao Chique, Brasil há 500 anos, A violência é a solução?, Gregório de Matos e Guerra, Tudo vale a pena se a alma não é pequena, O próprio ser eu canto e Leonídia.

 Com o grupo recebeu prêmios no Festival de Teatro de Itamaraju (melhor performance), Festival de Teatro de Camaçari (melhor espetáculo, júri popular), Festival de Inverno da Bahia (ator revelação – Cacau Novaes – e melhor texto).

Em 2007, foi um dos poetas selecionados, juntamente com Douglas de Almeida e Marcos Peralta, para participar do espetáculo de entrega do Prêmio Braskem de Teatro, dirigido por Fernando Guerreiro, no Teatro Castro Alves, Salvador-BA, onde contracenou com o Bando de Teatro Olodum e o ator global Osvaldo Mil, tendo seus poemas O concreto e o imaginário e Os Poetas estão vivos integrando a apresentação dos textos teatrais premiados.

Fonte: Iguaímix.com








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