terça-feira, 30 de junho de 2015

TRANSFERÊNCIA DE ESCRITURA DE IMÓVEL






              Ao comprar um imóvel, estando este quitado deve-se providenciar imediatamente a transferência da escritura.

No ato da compra do imóvel é necessário solicitar uma certidão chamada, Inteiro Teor, no Cartório de Registro de Imóveis e Hipotecas, na mesma cidade onde o imóvel se encontra.

As despesas com a transferência do Imóvel implicará no pagamento de:

ITBI - Imposto pago para a Prefeitura do município do imóvel;

LAUDÊMIO - É o pagamento efetuado quando o imóvel está dentro do 
                     perímetro determinado pela Igreja Católica;

CARTÓRIO DO OFÍCIO DE NOTAS - Cartório onde será efetuada a 
                     lavratura do imóvel;

CARTÓRIO DO OFÍCIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS - Cartório onde
                    o imóvel tem sua Matrícula de Registro, original.

Obs: Das várias certidões que serão tiradas, a maioria é grátis!

"Proprietário é aquele que tem o REGISTRO DO IMÓVEL NO CARTÓRIO em seu nome".


TEORIA EVOLUCIONISTA DE CHARLES DARWIN

O mercado imobiliário e a teoria evolucionista de Charles Darwin.


*`Haldane Teixeira
Muitos me peguntam como será o futuro do mercado imobiliário, pelo fato do meu trânsito em uma cia. de capital aberto, que tem obrigação de se antecipar (ou tentar) às tendências ou até mesmo, às variações de humor desse mercado.
Respondo sempre que a sinalização é clara, nítida para qualquer empresa que atua no mercado: temos que evoluir em um novo modelo de operação.
Nos grandes centros e cidades de expressão, o mercado primário tende a ficar cada vez mais restrito, obviamente pela escassez de terrenos, obrigando cada vez mais as imobiliárias se especializarem no mercado secundário, os imóveis prontos, avulsos ou usados, como se diz em algumas regiões do país. O mercado secundário tem a vantagem de não "parar", tem seus altos e baixos mas sempre está em movimento.
Mas é preciso evoluir no modelo de operação para sobreviver e conseguir resultados no segmento tão competitivo como esse. Foi-se o tempo onde o corretor podia ser dar ao luxo de esperar sua vez de atender ligações, com a venda do mês caindo em seu colo de "bandeja". Hoje é necessária uma pro-atividade absoluta, uma mudança na forma de prospectar clientes e produto. É levar para o avulso a forma de atuar no mercado primário, ou seja buscando o cliente onde ele estiver, oferecendo oportunidades de investimento em imóveis já locados ou visando até mesmo operações de permuta, tão comuns em épocas de retração do mercado e do crédito. É mapear completamente o entorno da empresa, conhecendo profundamente o mercado local, onde é imperioso nesse momento foco absoluto. É se relacionar de forma inteligente, transformando concorrentes em parceiros, complementando carteiras, sendo abrangente, sem se aventurar com abertura de filiais que precisam de no mínimo, cinco anos para maturar e performar. É mudar o conceito interno da empresa, o lay out, desde a extinção de mesas individuais que só acumulam papéis e criam distâncias, substituindo-as pelos "mesões" de trabalho que geram foco, interação e objetividade. O corretor só se desloca em caso de atendimento ao cliente em ambientes reservados para tal fim. Isso inclusive possibilita um aumento real na capacidade de atendimento da empresa, utilizando o mesmo espaço físico. É repensar o tamanho da empresa. Hoje não só é possível, mas necessário ter espaços pequenos, com custo baixo, com alta performance e com foco total no cliente, já a oferta/estoque é alta. É repensar a vaidade, olhando objetivamente para os custos, muitas vezes mantidos por uma questão de status, mas se bem analisados, aumentam substancialmente a receita da empresa.

É ter coragem para mudar, repensar conceitos e entender que estamos passando por uma evolução em nosso mercado. Sem retorno, sem opções.

Darwin explicou satisfatoriamente, que membros de uma espécie podem viver em uma situação de superpopulação e com recursos escassos; com isso, estabelece-se uma luta pela sobrevivência. Somente os mais adaptados conseguem sobreviver e se reproduzir, transmitindo suas características à descendência.
Essa é a questão do momento: se adaptar e evoluir ou sucumbir em zonas de conforto temporárias?
A resposta disso está com você. 

* (Por Haldane Teixeira / CEO Presidente da Rede Morar Grupo Brasil Brokers)

MAERCADO IMOBILIÁRIO EM RECIFE



Recife/PE - Imóveis comerciais devem baixar preços

SEGUNDA-FEIRA, 22 DE JUNHO DE 2015

Mercado imobiliário em desaceleração na RMR aponta tendência de queda no valor de venda e flexibilidade nas negociações do aluguel. Vacância de lojas já é sentida

A desaceleração da economia tem afetado a velocidade de vendas e os preços de aluguéis dos imóveis comerciais da Região Metropolitana do Recife (RMR). A baixa é perceptível em vários segmentos, dentre eles lojas de rua, shoppings e empresariais. Segundo o Índice de Velocidade de Vendas (IVV) divulgado pela Fiepe em março deste ano, os imóveis comerciais do Recife atingiram o menor índice de aquisição desde 2006, com apenas 31 vendidas das 627 ofertas lançadas no mercado. 

A situação fica mais evidente em algumas áreas da cidade, como os bairros do Pina, Boa Viagem e Ilha do Leite, onde a procura caiu bastante após os escândalos envolvendo a Petrobras e o término das obras de estruturação da Refinaria Abreu e Lima e da Petroquímica Suape, principais alvos do mercado de imóveis comerciais na região. O setor aponta que a tendência é de diminuição nos preços e flexibilidade nas negociações.

Para André Callou, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi) o problema é reflexo do cenário econômico atual. “O mercado não está saturado, mas houve um freio de investimentos por parte das empresas. Quem comprou há uns anos atrás para investir, buscando preços altos agora, vai ter um retorno abaixo do esperado. Quem comprar agora, vai conseguir um preço negociável”, afirma. Mas, Callou ressalta que quem deixar para comprar no ano que vem, já corre o risco de pagar mais caro, pois todos os custos da construção civil estão aumentando.

Já na parte de aluguéis, o sentimento é de saturação. Eduardo Feitosa, da imobiliária de mesmo nome, acredita que o excesso de projetos comerciais que foram lançados num período de 2010 a 2012 e estão sendo entregues este ano, está afetando o segmento. “Só no Riomar Shopping temos três grandes torres empresariais, no Shopping Recife também. Claro que vai ter gente interessada, porque Pernambuco ainda está crescendo economicamente, mas se antes era R$ 80 o metro quadrado, agora é R$ 70”, detalha. Ele cita ainda a Ilha do Leite e as avenidas Herculano Bandeira e Antônio de Góes, no Pina, como outras áreas que estão sendo afetadas com o excesso de ofertas.

E a situação está atingindo também pontos comerciais no Centro do Recife. Na Rua da Imperatriz, uma das mais movimentadas da Boa Vista, sete pontos de comércio estão desocupados. A vacância já incomoda Eduardo Catão, presidente da Confederação dos Dirigentes Lojistas do Recife (CDL- Recife).

“Essa é tradicionalmente uma das ruas mais disputadas do comércio do Centro. Existe uma grande rotatividade, mas quando notamos que os imóveis permanecem muito tempo fechados, não é um bom sinal”, ressalta. Pare ele, um dos problemas é o preço das unidades, que ainda não estão condizentes com o cenário de retração. “Muita gente ainda não entende essa nova realidade. Os proprietários precisam ser mais flexíveis .”

Malls
A alta vacância está presente até nos shoppings da cidade. Segundo Ricardo Galdino, presidente da Associação de Lojistas de Shopping de Pernambuco (Aloshop), este ano, a taxa de vacância nos malls locais deve chegar a 20%, quando o normal é de, no máximo, 10%. “O que tem assustado os lojistas são os contratos atuais, muito engessados. O empreendedor fica preso a diversas clausulas. Num ano tão instável, muitos vão evitar esse tipo de acordo. É preciso flexibilizar”, esclarece.(DiariodePernambuco)

segunda-feira, 29 de junho de 2015

COMPRA DO PRIMEIRO IMÓVEL

                 

        Na hora de comprar um imóvel, sempre surge a dúvida: financiar ou juntar o dinheiro e comprar à vista? Quem opta pelo financiamento, se depara com uma dúvida ainda maior. Afinal, qual o jeito mais seguro para financiar a casa própria?

                   O caminho mais fácil e seguro é por meio de uma imobiliária credenciada no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Além disso, a imobiliária  tem todo o histórico do imóvel a ser comprado. É ela quem vai conferir se a documentação do imóvel está em dia, porque se não estiver, o financiamento não é liberado. Antes da venda, tudo é checado pela imobiliária.

                          As imobiliárias, então, confirmam se a documentação está em dia e encaminham o cliente para o financiamento, explicando as diferenças das condições de pagamento e das taxas de juros de um banco para outro.

 "Uma das garantias gerais é que o dinheiro não seja liberado se não estiver tudo certo com o imóvel", diz Kfuri. O valor do financiamento é pago pelo banco, a quem o comprador passa a dever.

                       Além desses cuidados, é essencial o cliente ter um consultor financeiro e um imobiliário na hora do financiamento. "São estas consultorias que vão encaminhar o cliente para a compra segura, sem riscos de perda do imóvel por falta de pagamento e em um lugar que seja valorizado", explica.

                     "A compra do imóvel financiado é um comprometimento para sempre, por isso é preciso ter muito cuidado. Você não pode comprar um imóvel como compra um sapato"!

Recursos utilizados em financiamentos:
- Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
- Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)
- Financiamento direto com a construtora

MERCADO INTERNACIONAL

Crise na Grécia afeta mercado financeiro no Brasil

DÓREA FOTOGRAFIA

oficina conquista
Dórea Fotografia
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(77)  88219637 - Paula


sábado, 27 de junho de 2015

ABALO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Carta Capital: O abalo na construção civil

As restrições nos empréstimos da Caixa Econômica Federal, a queda dos depósitos na caderneta e a alta das taxas de juro agravaram muito uma situação que iria ocorrer

Marca do primeiro mandato de Dilma Rousseff e um dos principais trunfos da campanha à reeleição, o Programa Minha Casa Minha Vida, assim como o resto dos projetos na construção civil, paga o preço dos erros recentes na condução da economia e do agravamento da crise. Depois de atrasar pagamentos às construtoras e restringir o crédito, o governo reviu certas posturas e ofertou mais dinheiro ao mercado. A reação tende, porém, a demorar. Antes será preciso limpar o caminho. Presidente da maior construtora de imóveis destinados à baixa renda, a MRV Engenharia, e da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, Rubens Menin só enxerga novas obras a partir do próximo ano. "Neste momento, o setor precisa cumprir as obras contratadas em 2014, colocar os atrasos em dia e ter uma definição do cronograma de pagamentos.

Desde outubro, 290 mil postos de trabalho no setor foram fechados
O abalo no Minha Casa Minha Vida é parte da crise do setor imobiliário, em queda desde o último trimestre do ano passado e fortemente afetado pelo ajuste fiscal e a política monetária. Além disso, a Caixa Econômica Federal, responsável por 70% das operações do Sistema Financeiro de Habitação, aumentou as exigências para a concessão de empréstimos. Uma combinação de juros e inflação altos resultou na fuga de mais de 30 bilhões de reais da caderneta de poupança, principal fonte do crédito. Desde outubro, 290 mil postos de trabalho foram fechados no setor, mostra a Sondagem da Indústria da Construção Civil, da Confederação Nacional da Indústria.

Socorro governamental
Após uma intensa ação, em Brasília, das entidades empresariais de construção, vendas e financiamento imobiliário, o setor recebeu um novo fôlego no fim de maio. 

O conjunto de medidas no fim de maio atenua uma retração brusca da dinâmica do setor. Houve uma liberação do compulsório, embora inferior ao pleiteado, além dos recursos para o Pró-Cotista. A correção das regras para os CRIs deve representar o ingresso de 15 bilhões de reais nos próximos 24 meses. Para o setor, foi importante o governo garantir a isenção das letras de crédito imobiliário, principalmente no momento em que o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo enfrenta juros altos e dificuldade de captação.

Previsibilidade é o mais importante agora para as construtoras do programa habitacional, analisa Ronaldo Cury, vice-presidente da Habitação Popular do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).

"O corte no Orçamento e nas novas contratações é fato consumado. Esperamos uma reprogramação dos pagamentos, inclusive para ter base de negociação com fornecedores e prestadores de serviços."

Além das medidas para minimizar a escassez de crédito, avalia Cury, o governo deve manter a interlocução com o setor, para atenuar a brusca retração dos últimos trimestres. "Nas pequenas construtoras, que atendem à faixa 1 e estão sem receber, há muito medo de investir. Mas com a normalização dos pagamentos e o lançamento da terceira etapa, o empreendedor retornará. Passamos por nove meses terríveis, mas creio que foi a pior fase."

Queda de 72,3%
Flávio Amaury, presidente em exercício do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo, reforça a necessidade de se definir logo a terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. "Encontrar terreno, contratar e vender é demorado e a descontinuidade acrescenta custos." Em março, as vendas de imóveis em São Paulo recuaram 27,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os lançamentos se reduziram em 72,3%, em uma confirmação da tendência de as incorporadoras focarem na comercialização do estoque.

Confiança em queda livre
A dificuldade de acesso ao crédito foi um dos motivos da queda do índice de confiança da construção, que recuou 5,1% entre abril e maio, para 72,9 pontos, o menor nível da série Sondagem da Construção, realizada mensalmente pela FGV/Ibre, desde julho de 2010. "Além das famílias que sofrem com as taxas de juro, as empresas reportam, a cada levantamento, problemas para obter financiamento", afirma Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção da FGV/Ibre. "As medidas aliviam a tensão do ponto de vista das famílias que precisam dos empréstimos para tomar posse do imóvel. Isso atenua os riscos de distratos." Apesar das medidas do CMN, a economista avalia que a retração da oferta de recursos pelos bancos e da demanda por parte das famílias, principalmente daquelas das faixas intermediárias para cima, se manterá. As restrições nos empréstimos da Caixa Econômica Federal, a queda dos depósitos na caderneta e a alta das taxas de juro agravaram muito uma situação que iria ocorrer.

"Há dois anos a redução da demanda apontava para um momento de ajuste dos estoques. O crescimento da oferta e o aumento dos preços caminhavam adiante da renda. A coincidência com as condições macroeconômicas criou a tempestade perfeita", acrescenta a economista.

O pior talvez tenha passado, mas o horizonte continua nebuloso para um setor decisivo na política econômica e social dos últimos anos.

(Carta Capital - Economia - Habitação - 22/06/2015)

MERCADO IMOBILIÁRIO

Crédito imobiliário desaba em maio e Caixa perde liderança


QUINTA-FEIRA, 25 DE JUNHO DE 2015

Os números de maio do crédito imobiliário deixam claro o tamanho do estrago que a escassez de dinheiro na caderneta de poupança trouxe para o financiamento da casa própria. Também mostram o quão dependente a modalidade é da Caixa Econômica Federal, que reduziu radicalmente a liberação de empréstimos e, pela primeira vez, perdeu a liderança no crédito habitacional com recursos da poupança 

Dados obtidos com exclusividade pelo Valor mostram que, em maio, foram desembolsados R$ 3,608 bilhões em financiamento habitacional para aquisição de imóveis com recursos da poupança, uma queda de 51% ante o mesmo mês de 2014, e também de 51% na comparação com abril. Tal cifra só se compara à liberada em 2011, antes do salto da modalidade. 

As informações são parte de um levantamento preliminar restrito que a Abecip, associação que reúne empresas de crédito imobiliário, divulga aos associados. A amostra contempla apenas operações que tiveram "funding" da poupança, o que exclui o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Procurada, a Abecip não retornou pedido de entrevista. 

Caixa foi a grande vilã. Queda chegou a 85%Foi a Caixa a grande responsável por essa redução no crédito habitacional. O banco estatal, historicamente o principal financiador da casa própria do país, desembolsou R$ 725 milhões em operações para mutuários em maio. Em abril, o banco havia liberado R$ 4,798 bilhões, ou seja, houve uma queda de 85% na comparação com mês imediatamente anterior. Em maio do ano passado, o banco público desembolsou R$ 4,438 bilhões. 

Desde 4 de maio, a Caixa passou a financiar apenas 50% do valor de um imóvel usado, no Sistema de Amortização Constante (SAC), e até 40% na tabela Price. Também no meio de abril, o banco público anunciou, pela segunda vez no ano, aumento nos juros do financiamento habitacional. Em algumas linhas, os reajustes chegaram a até 80 pontos­-base. 

O desempenho da Caixa em maio levou à quebra de um paradigma no crédito habitacional brasileiro: o banco público perdeu a liderança do mercado. 


Em abril, a Caixa respondia por 65,1% do volume desembolsado para mutuários, participação que encolheu para 20,1% em maio. A liderança passou para as mãos do Itaú Unibanco (24,9%), seguido pelo Bradesco (20,4%) e pelo Santander (20,2%). Apenas para fins de comparação, em abril, o Itaú tinha 11,4% de participação, o Bradesco 6,6% e o Santander, 9,1%. 

Procurada, a Caixa afirmou que sua prioridade neste ano serão linhas com recursos do FGTS, como o MCMV. "É nessa faixa de renda que está concentrado mais de 90% do déficit habitacional. A Caixa ressalta que mantém a liderança para este público, com o market share de 90,8% em termos de estoque e 77% em termos de aplicação", citou em nota. 

Ainda que os dados de maio tenham sido significativos em mostrar o tamanho do freio do crédito imobiliário brasileiro, são os de junho que darão um melhor quadro do semestre, segundo bancos ouvidos pelo Valor. 

O motivo é a série de medidas lançadas pelo governo neste mês que previam uma injeção de cerca de R$ 25 bilhões para o crédito imobiliário. O Banco Central (BC) mudou as regras do depósito compulsório da poupança, aumentando o volume de recursos disponíveis para financiamento habitacional, e o governo permitiu uso adicional de recursos do FGTS. 

Tombo
O desempenho do crédito imobiliário tem a ver com o tombo na captação da sua principal fonte de recursos, a caderneta de poupança. Os saques têm superado com folga os depósitos neste ano por conta da perda de atratividade do investimento, diante da alta dos juros e do aperto no orçamento das famílias. 

No acumulado do ano até 17 junho, a retirada líquida da caderneta somava R$ 38 bilhões. A Abecip projeta que a poupança encerre 2015 com resgate de R$ 50 bilhões. 

A alta da Selic inviabiliza que recursos captados a taxas de mercado sejam usados para o crédito habitacional, sem que os juros cobrados cheguem a níveis assustadores.

Recado