sábado, 28 de maio de 2016

sexta-feira, 27 de maio de 2016

"VINHOS". NOÇÕES DE DEGUSTAÇÃO

Foto de divulgação

 A degustação de vinhos deveria fazer parte da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Afinal de contas, todos deveriam conhecer um pouco desta técnica que é a degustação, para poder aproveitar o vinho em toda sua plenitude. No entanto, de forma incompreensível, se difundiu a ideia, errônea e preconceituosa, de que somente alguns privilegiados poderiam ter acesso a esta difícil prática. Os demais mortais estariam irremediavelmente condenados a apenas beber o vinho pelo resto de suas vidas. 

Na verdade, qualquer indivíduo pode, e deve, aprender a degustar um vinho. Basta que tenha todos os seus sentidos funcionando e que conheça os princípios básicos da degustação. 

Afinal o que é realmente degustar um vinho?
Degustar um vinho é, nas palavras de Emile Peynaud, um dos maiores enólogos da França, submetê-lo aos seus órgãos dos sentidos, analisando-o atentamente. Em outras palavras, degustar é beber com atenção. A degustação, como técnica que é, não deve ser utilizada como meio de exibição ou de demonstração de dotes excepcionais, por indivíduos que são os responsáveis pela imagem pouco lisonjeira que os verdadeiros conhecedores de vinho têm. 

Deve-se degustar um vinho em local adequado, com boa iluminação e livre de odores, tomando-se o cuidado de servir o vinho em taças adequadas (padrão ISO/INAO, encontráveis nas boas lojas de vinhos) e na sua correta temperatura de serviço. 
 
Foto de divulgação
Para acompanhar os vinhos durante a degustação recomenda-se apenas água mineral (com ou sem gás) e pão francês simples, que devem ser consumidos entre um vinho e outro. 

As fases da degustação
A degustação é dividida em três fases: análise visual, análise olfativa e análise gustativa, nesta ordem obrigatoriamente. Antes de se começar deve-se estar atento para a maneira de segurar a taça, sempre pela base ou pela haste e nunca pelo corpo do copo, para não alterar a temperatura do vinho e para não sujar o copo, dificultando a visualização do vinho.

No próximo post, abordaremos sobre uma das fases da degustação: Análise Visual!

 Fonte ArteWine 


terça-feira, 24 de maio de 2016

ENFIM, CASADOS!


Hora de Ajustar  o Orçamento

Foto de divulgação
Finanças para casais: como falar de dinheiro, sem brigas?
Muito se fala no dinheiro como motivo de muitas brigas entre casais. No entanto, você sabia que parceiros, quando aprendem a planejar a vida financeira juntos, conseguem excelentes resultados?

segunda-feira, 23 de maio de 2016

SE MINHA FOLGA CAIR NO FERIADO, PERDEREI A FOLGA DA SEMANA?


Foto de divulgação
Todo empregado faz jus a um descanso semanal remunerado de 24 horas consecutivas para repor as suas energias, que deve ser concedido preferencialmente aos domingos. Contudo, há algumas atividades que não podem sofrer paralisação, então para esses casos elabora-se uma escala de revezamento de forma que o dia de descanso seja variável, devendo coincidir com o domingo ao menos uma vez a cada sete semanas. No caso de empregados do setor do comércio, esse descanso deverá ser de pelo menos um domingo a cada três.
Além disso, um ponto extremamente polêmico diz respeito ao artigo 386 da CLT, o qual trata do descanso semanal especificamente da mulher: “Havendo trabalho aos domingos, será organizada uma escala de revezamento quinzenal, que favoreça o repouso dominical.. Apesar das alegações de inconstitucionalidade do referido artigo, a jurisprudência atual entende pela sua aplicabilidade.
Hora extra em feriado
Como regra, os feriados também não são trabalhados, com exceção daqueles empregados que laboram sob o regime de escala de revezamento. De qualquer maneira, o feriado trabalhado que não for compensado deverá ser pago em dobro, a exemplo dos domingos, por isso dizemos que as horas extras realizadas em domingos e feriados são pagas com adicional de 100%.
Importante destacar que essa escala é predefinida, de forma que o empregador não pode alterar o dia de folga da semana para que coincida com o feriado, pois isso prejudicaria o trabalhador. Como exemplo, se a folga estiver programada para a terça-feira e houver um feriado na quarta-feira, o empregado deverá descansar os dois dias. Caso trabalhe no feriado por força da escala, deverá recebê-lo como horas extraordinárias, a menos que seja negociado outro dia de descanso.
Folga no feriado
Por outro lado, se o feriado coincidir com o dia de folga e o empregado realmente descansar nesse dia, entendo que não haverá direito a outra folga ou a qualquer pagamento adicional. O mesmo ocorre com quem trabalha em escala fixa, nos casos em que o feriado coincide com o domingo.
O salário base dos empregados mensalistas já inclui o pagamento dos dias de descanso. Por outro lado, quando o empregado recebe salário variável (horas extras, comissões, adicional noturno e outros), o DSR deve ser calculado e pago separadamente sobre esses valores.
O entendimento que expus tem como base os artigos da Constituição Federal/1988, o decreto-lei 5.452/1943 (CLT) e a lei 605/1949, a qual trata especificamente do repouso semanal remunerado e do pagamento de salário nos dias de feriados civis e religiosos. Contudo, é sempre necessário analisar o documento coletivo da categoria, pois muitas vezes há condições mais vantajosas.

Advogado Especialista em Direito do Trabalho

terça-feira, 10 de maio de 2016

DÍVIDAS...COMO EVITÁ-LAS?




Proteja o seu bolso
Todo mês é a mesma coisa: você recebe o seu salário e tenta ajustá-lo para o pagamento de uma infinidade de contas como água, luz, telefone, escola, plano de saúde, aluguel etc.
Como, em geral, a maioria das pessoas tende a quebrar a primeira regra do planejamento financeiro, e gasta mais do que recebe, seja por necessidade ou falta de controle do orçamento, quase sempre o resultado é o mesmo: no final do mês, você acaba no vermelho. Para ajudá-lo a evitar que esta situação se torne rotina, vale a pena conferir as dicas abaixo:
Cortando supérfluos
Sua primeira providência: cortar os gastos supérfluos, mantendo apenas os itens essenciais, ou seja, os gastos dos quais não pode abrir mão. Fazem parte desta categoria o aluguel, condomínio, impostos, luz, água e telefone, alimentação e transportes.

Porém, mesmo entre os essenciais, é preciso bom senso. É bem verdade que você precisa ter um telefone, mas isso não significa comprar um celular de mais de R$ 900, ou gastar mais de R$ 300 com a conta do aparelho. Quando encontrar dificuldade em ceder à tentação, lembre-se que o que conseguir economizar poderá ser usado para quitar as suas dívidas.
Proteja seu bolso!
Mudando hábitos de consumo
Exatamente por isso, o momento é propício para rever antigos hábitos. Aproveite para economizar também nos gastos essenciais, como luz, água, telefone etc. Nada de banhos demorados ou de deixar todas as luzes acesas à noite. O racionamento de energia nos ensinou que esses gastos podem ser drasticamente cortados; basta querer.

No caso do telefone, as principais vilãs são as ligações interurbanas e para telefones celulares. Opte pelos horários estratégicos quando as tarifas são reduzidas, normalmente entre 21h e 06h nos dias úteis, e o dia inteiro aos domingos e feriados. Evite ligar para o celular quando pode optar pelo telefone fixo. Caso não seja possível, restrinja a conversa ao tempo necessário. Nada de jogar papo fora.
Na renegociação, cautela
Com o orçamento equilibrado, é hora de pensar na renegociação das dívidas. No entanto, a principal dúvida é o que, ou para quem, pagar primeiro. Dê prioridade para o pagamento de dívidas que envolvam avalistas ou que estejam em nome de outras pessoas. Afinal, ninguém deve ter o nome encaminhado para protesto por conta dos seus problemas.

Em seguida, faça um levantamento das dívidas e planeje sua quitação. Avalie a possibilidade de quitar à vista e com desconto suas dívidas de menor valor. Desta forma, você tem menos negociações a fazer. Mas, cuidado ao negociar. 

Alongar prazos ajuda, pois reduz o valor da prestação, mas se você não conseguir uma redução dos juros, acabará pagando ainda mais pelo financiamento.

Procure negociar um desconto sobre o saldo devedor: dependendo do valor envolvido, você pode vender algum bem e quitar a dívida de forma mais eficiente.

Levantar empréstimo para pagar outras dívidas é uma estratégia arriscada, que exige muito cuidado, e que só é válida se sua intenção for consolidar várias dívidas em uma única, cujas condições são melhores.
Procure orientação especializada
Talvez você não saiba, mas, mesmo sendo devedor, você está protegido pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Portanto, deve procurar a Justiça ou órgãos de defesa, como o Procon, caso se sinta pressionado a aceitar um acordo que não lhe pareça justo. É claro que, como se trata de um momento de fragilidade, o primeiro impulso é aceitar a primeira proposta e ponto final, mas é preciso cuidado para não acabar cedendo a exigências abusivas.

Por isso, a ajuda de profissionais especializados pode ser muito útil para que você não caia em uma fria. Vale lembrar que, para registrar uma queixa ou então pedir orientação, você deve ter em mãos dados como: nome, endereço do credor e detalhes sobre a dívida ou sua renegociação. Só depois que estiver certo de ter escolhido a melhor opção comece então a quitar suas dívidas e retomar sua credibilidade no mercado de crédito. Boa sorte! 

Fonte: Finanças Práticas

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A CULPA É DO DESCONTROLE FINANCEIRO

Os principais sinais do descontrole financeiro

Foto de divulgação

O descontrole financeiro pode começar por diversos motivos, e não apenas por conta do consumo abusivo. O ritmo de trabalho acelerado, por exemplo,

Recado